A DESCONHECIDA MORTE DE PAUL MCCARTNEY


Muitos dizem que Paul McCartney morreu. Não se sabe se isso é um mito ou é verdade, mas por alguns detalhes, isso pode ser real.  Veja algumas mensagens subliminares que levantam algumas suspeitas sobre o ocorrido. O silêncio sobre a morte de Paul esconde uma imensa conspiração mundial, fruto de uma absurda manipulação que grande maioria desconhece.

A morte de Paul McCartney

[…] “A suposta morte de Paul ocorreu em 9 de novembro de 1966, decapitado em um acidente de trânsito com seu Aston Martin. “He blew his mind into a car. He didn’t notice that the lights have changed…” (A Day in the Life, Sgt. Peppers, 1967). O nº 9 é recorrente em músicas dos Beatles ou de John Lennon (Revolution nº 9,  Number 9 Dream). Músicas tocadas de trás para frente, capas, livretos dos álbuns, tudo é normal até que os detetives de sinais mostram para onde você tem de olhar e aí não dá para não acreditar numa conspiração muito bem articulada, porque não é possível que tanta coisa se agrupe ao acaso, sinais tão sofisticados que pululam por toda a discografia dos Beatles, a partir do álbum citado acima. Sgt. Pepper é abundante nesses sinais, e para citar apenas um, se você colocar um espelho na horizontal encostado na metade da palavra Beatles na bateria da banda, aparecerá a data da morte de Paul. Abbey Road foi o estopim que desencadeou ainda mais a lenda urbana “Paul is Dead””

Paul McCartney morreu em 1966 em um acidente de carro. Os “Beatles” eram fundamentais para a nazificação do mundo. Graças a eles todos os jovens usavam o mesmo corte de cabelo, a mesma roupa, e tinham as mesmas idéias… Eram os novos mitos da cultura POP dos anos sessenta e funcionavam perfeitamente para os fins aos quais foram destinados. O acidente de Paul foi ocultado pela gravadoraCapitol que convocou um sósia, o também inglês Willian Campbell. John Lennon não aceitou a farsa e por isso espalhou mensagens subliminares com a afirmação de que Paul McCartney estaria morto. Se a lenda “Paul is Dead” foi implantada para esclarecer a verdade ou é mais um mórbido ato de marketing  dos “garotos ingleses” ainda não sabemos mas, diante de tanta farsa na história do século 20, não seria de se espantar se o verdadeiro Paul McCartney estivesse realmente morto.

Na capa do “Abbey Road” – 1969:  O Funeral – Os 4 Beatles, andando em fila, simbolizam a procissão de um enterro. John , de branco, seria o padre; Ringo, de preto, o agente funerário; Paul é o morto, e Harrisson seria o coveiro.  O Carro na Rua – Um carro parece vir em direção a Paul. Ou, como os ingleses dirigem na mão esquerda, parece que o carro já atingiu Paul e segue em frente. O Carro de Polícia – Um carro de polícia, entre John e Ringo, esta parado. Parece estar atendendo a alguma ocorrência,  como um acidente de trânsito.

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O cigarro na mão direita de Paul. Ele era canhoto. Erro do sósia? Pés descalços – Paul é o único Beatle de pés descalços. Há um costume de ingleses ser enterrado de pés descalços. Detalhe: seus olhos também estão fechados.

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A Chapa do Carro – A chapa de um fusca que aparece à esquerda traz a inscriçãoLMW 28IF. O LMW poderia significar a  abreviação de “Linda McCartney Weeps” (Linda McCartney Chora) ou “Linda McCartney Widow” (Linda McCartney Viúva). O 28IF seria  “28 years IF alive“, o mesmo que 28 anos se vivo, se referindo à idade de Paul à época do disco, se não tivesse morrido. Paul, na verdade, tinha 27 mas, era o dito, em religiões indígenas a idade de uma pessoa é contada a partir da gestação. Então ela já tem 9 meses quando nasce. Logo, Paul teria 28 anos, na época.

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Os Furos na Parede – Observe os furos na parede antes da palavra “Beatles”. Agora ligando os furos, notamos que forma-se a frase “3 Beatles“. Há também uma rachadura no muro que corta o S de Beatles. E à direita tem uma sombra muito estranha que parece uma caveira. A mulher passando é supostamente Jane Asher, a namorada de Paul na época do acidente que o ‘matou’, e que teria sido paga em troca de seu silêncio sobre o assunto. E se olhar para o cotovelo dela, de uma certa distância, poderá ver um suposto perfil de Paul. Ou algo do tipo. Em Come Together a linha “One and one and one is three…” sugere que há 3 beatles em vez de 4.

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Na capa do “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” – 1967 – Esta capa está recheada de mensagens subliminares. Na verdade,  todo o conjunto de elementos desta capa estão retratando uma espécie de funeral. Observe o esquife (caixão) coberto de flores vermelhas.

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Abaixo dele há um arranjo de flores amarelas, com a forma de um contra baixo, de canhoto, que seria de Paul. O Contra-baixo de Canhoto – O contra-baixo colocado nesta capa, composto de flores amarelas é na verdade um instrumento próprio para canhotos.

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O Local do Enterro – Observe que no final da palavra “Beatles” está a letra “o” (composta por flores vermelhas), formando assim a frase “Be at Leso” (Está em Leso), nome do suposto local onde estaria enterrado Paul.

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Se colocarmos um espelho no meio da palavra “HEARTS“, que está escrita no bumbo, aparece “HE DIE“, ficando a frase “LONELY HE DIE“, o mesmo que “Solitário, ele morre”.

No álbum “Magical Mystery Tour” – 1967 – No final da música “Strawberry Fields Forever” se ouve ao fundo John Lennon dizer “I buried Paul” (eu enterrei Paul).

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Outro fato estranho, você observa na foto do encarte, onde Paul é o único dos quatro Beatles que está com um cravo preto na lapela do paletó, enquanto os outros estão com cravos vermelhos.

Notícias:

A verdade sobre a morte de Paul teria vazado nos Estados Unidos e divulgada por um DJ de uma rádio de Detroit. A notícia correu o mundo, virou obsessão de fãs-detetives durante anos, transformou-se em livros, especiais de TV, sites e agora  no filme “Paul is Dead”. O filme revive o boato da morte do ex-beatle Paul McCartney, em 1966, quando a banda estava no auge. Segundo esse boato, Paul teria sido decapitado em um desastre de carro na Inglaterra e para evitar o choque que a notícia causaria nos fãs, um sósia foi colocado em seu lugar, e assim a banda deu seqüência à sua dominação  mundial. John Lennon, que nunca engoliu a farsa, passou a espalhar pistas subliminares da morte do parceiro pelas famosas  capas dos álbuns da banda.” (Folha de S.Paulo-20/out/2000).

Como John Lenon não aceitou a farsa e deixou várias mensagens subliminares alertando o mundo sobre a morte de Paul, por que será que assassinaram ele? Seria mesmo um suposto fã que o matou ou alguém que estava lucrando às custas dos Beatles? Veja a matéria a seguir e tire suas dúvidas.

Há muito se fala sobre a possibilidade de um poder mundial único, onde finanças, educação, cultura, religião, viessem de um mesmo ponto de partida e convergissem para o mesmo lugar.

De crenças esotéricas a teorias da conspiração, muita coisa foi e continua sendo dita.

Entre tantas vozes, acredito que algumas mercem reflexão.

Por manter certa coerencia ou quantidade de fontes e indicios, o jornalista Daniel Estulin parece ser uma dessas vozes.

Aqui reproduzo uma entrevista onde ele fala mais sobre ” O clube Bilderberg”.

Se tiver tempo, leia

Seja crítico, retenha o que vale reflita:

Os superdonos do mundo
Por Denise Mota

Dos Beatles ao 11 de Setembro, tudo teria sido planejado pelo secreto Clube Bilderberg, diz o jornalista Daniel Estulin

Existiria um clube formado pelas maiores fortunas e as personalidades poderosas do planeta, cujas reuniões anuais, bem longe dos olhos da multidão, determinariam os grandes acontecimentos do planeta. Este clube teria promovido a ascensão dos Beatles, teria feito eclodir o caso Watergate e agido com firmeza para definir o resultado das últimas eleições norte-americanas.

Esta organização de “auto-eleitos”, criada há 52 anos, seria composta por todos os presidentes dos EUA vivos, os dirigentes da Coca-Cola, da Ford, do Banco Mundial, do FMI, da Otan, da OMC, da ONU, diversos primeiros-ministros, representantes de várias casas reais européias e dos mais influentes meios de comunicação, por Henry Kissinger, pelas famílias Rockefeller e Rotschild, entre outros. Seria uma sociedade secreta, aristocrática e global, que controlaria não só os governos mais poderosos do mundo, mas que também decidiria os rumos de todos os setores da vida sobre a Terra.

Parece ficção. Ou um filme de suspense de Hollywood. Ou um daqueles spams paranóicos que circulam na internet. Mas não é nada disso: trata-se do tema do livro “A Verdadeira História do Clube Bilderberg”, escrito pelo jornalista lituano Daniel Estulin, de 40 anos, suficientemente conhecido em seu métier para arriscar passar-se por tolo. Se tudo não passa de mais uma elaborada teoria da conspiração ou se o que Estulin apresenta são “fatos”, como ele define, cabe ao leitor decidir.

Estulin não se esquiva de dar a lista completa dos que freqüentam ou alguma vez estiveram nos encontros da dita organização. Os dados que coletou para compor o material que agora apresenta no livro -que foi lançado há pouco no Brasil pela Planeta (320 págs., R$ 39,90). O trabalho foi realizado parcialmente em equipe e com base em informes e reportagens de outros autores, igualmente indicados copiosamente em seu documento.

Devido ao livro, o jornalista conta que há muito tempo deixou de ter uma vida normal e vive “24 horas por dia sob proteção de diversas equipes formadas por ex-agentes especiais da KGB”. As investigações que leva adiante lhe causaram, ele diz, atentados dignos de James Bond: em um deles, uma mulher estonteante num vestido de seda vermelho teria tentado seduzi-lo, sem sucesso, num quarto de hotel. O objetivo era depois jogar-se pela janela e implicá-lo num caso de homicídio. Em outro, após se encontrar com um informante, o jornalista teria percebido a tempo que, do elevador em que estava prestes a entrar, havia sido retirado o piso.

A seguir, o autor detalha os temas em pauta na reunião dos “bilderbergers” neste ano -entre os quais esteve a política na América Latina- e os planos gerais do clube, que dominaria também todos os aparatos de segurança, defesa e inteligência de alcance internacional. Num novo livro sobre a organização, lançado recentemente na Europa, Estulin narraa como o clube teria sido criado pelo príncipe Bernard da Holanda e estaria envolvido no tráfico de drogas e na eclosão da cultura de massas.

*

Seu livro apresenta considerações graves, mas não ganhou muita repercussão na mídia internacional. O sr. acompanha a trajetória do seu livro nos diferentes países em que está sendo publicado?

Estulin: Se você se refere à mídia mainstream norte-americana, sim, você está certa, eles têm me ignorado bastante. No entanto, em termos mundiais, vendemos os direitos do livro para 34 países, em 21 idiomas, incluindo Japão, França e Alemanha. Também assinamos um contrato com um estúdio independente de Hollywood para fazer um longa-metragem baseado em “A Verdadeira História do Clube Bilderberg”. Sem dúvida, na Europa meu livro vem tendo enorme aceitação nos meios maciços. Somente na Espanha, na semana passada, com o lançamento de meu segundo livro sobre os bilderbergers, tivemos cerca de cem entrevistas em TV, rádio e jornais.

Sei que na Venezuela e na Colômbia, por exemplo, a primeira edição do livro se esgotou em menos de quatro horas. Que no México se tentou banir a publicação, mas que, devido ao apoio popular e à internet, finalmente cederam e agora o livro está vendendo extremamente bem. Não sei como está sendo no Brasil, visto que ele acabou de sair por aí.

Embora o sr. seja um profissional de comunicação conhecido, esperava que um grupo editorial grande, como o Planeta, publicaria seu livro, levando em consideração as informações que traz?

Daniel Estulin: O grupo Planeta é um caso único no mundo editorial. O princípio que os guia é a qualidade do trabalho, nunca considerações políticas. Naturalmente, tive mais de uma reunião com os advogados da Planeta para revisarmos o conteúdo. Chegaram a ter um pesquisador designado exclusivamente para averiguar a veracidade de minhas fontes. Quando todas as mais de 1.000 fontes que incluo no meu primeiro livro se mostraram corretas, a Planeta deu sinal verde para que a obra fosse publicada.

De acordo com suas investigações, o clube tenciona, em resumo, dominar o mundo e todos os seres humanos através da instalação de um único governo e um só exército, sistema jurídico, econômico e educacional, utilizando para isso os mais importantes meios de comunicação e sofisticados métodos psicológicos. A ONU seria uma fachada para todos esses procedimentos. O sr., além de jornalista e escritor, é também especialista em comunicação corporativa, tendo assessorado diversos altos executivos na apresentação de conferências de negócios. As pessoas estão preparadas para entender e acreditar no que está dizendo?

Estulin: Existem apenas duas maneiras de entender meu livro. Ou você o descarta logo de entrada, como um produto de puro nonsense, e continua a viver a sua vidinha feliz como sempre, ou você questiona o que eu digo e desenvolve o seu pensamento crítico.

As pessoas sempre souberam e suspeitaram que os governos não controlam totalmente seus próprios destinos. Que por trás de mortes “inexplicáveis”, assassinatos políticos e outros fatos estranhos se esconde algo muito maior e não tão fácil de ignorar. O que fiz em “A Verdadeira História do Clube Bilderberg” foi dar nomes e rostos a atos malignos. Além disso, ninguém até agora conseguiu refutar a veracidade e a precisão de minhas investigações, que incluem fotos e documentos.

O sr. diz que esse livro tem o objetivo de “desmascarar a Nova Ordem Mundial”. Mas, por vezes, o leitor tem a impressão de estar acompanhando uma história de James Bond. O sr. teve essa preocupação em mente, a de que as pessoas -devido ao fato de as informações serem tão fantásticas- acabariam mais interessadas no lado “aventureiro” de sua vida, e não propriamente no que está tentando mostrar?

Estulin: Claro, os bilderbergers atraem uma mescla muito estranha de teóricos da conspiração e loucos indiscutíveis. O fato de que um grupo de pessoas muito poderosas se reúna secretamente uma vez por ano, sob a proteção de uma multidão de membros da CIA, do Mossad, do MI6 e de empresas de segurança da mais alta estirpe, dá margem para as mais disparatadas hipóteses, como a que chama os bilderbergers de Illuminati ou a que postula que os antecessores dos bilderbergers foram os autores do Priorado de Sião. Ou ainda uma que conheci na conferência do clube neste ano, onde um manifestante me contou, em tom confidencial, que “o rei dos bilderbergers é o superior-geral da Companhia de Jesus”.

Tudo isso é puro nonsense e me mantenho o mais longe possível dessas pessoas. Como jornalista investigativo, não lido com teorias conspiratórias, lido com fatos conspiratórios. Tudo o que conto está baseado em evidências amplamente documentadas. O que é uma das razões pela qual os bilderbergers nunca tentaram contestar a veracidade de nada do que escrevo.

Quais teriam sido os principais temas e decisões da reunião do clube em junho deste ano, no Canadá?

Estulin: Energia, claro, foi o item principal na agenda deste ano. Como informei no meu relatório sobre o Bilderberg no ano passado, a sociedade secreta está extremamente preocupada com um fenômeno chamado “Peak Oil” (petróleo no limite ou pico petrolífero). Foi revelado por minhas fontes, membros “full time” da elite bilderberger, que em um dos fóruns de discussão liderados por Henry Kissinger, os bilderbergers estabeleceram um preço de US$ 150/barril dentro dos próximos dois anos. Isso foi em 2005, quando custava US$ 39. Dobrou desde o ano passado. Se dobrar novamente neste ano, teremos atingido a estimativa dos bilderbergers de US$ 150 o barril.

Eurásia foi outro item importante na lista de discussões. O resultado da reunião matutina do sábado, 10 de junho foi que os integrantes europeus do clube estão convencidos de que os EUA têm sido prejudicados por uma política externa combinada entre a China e a Rússia em sua agora óbvia estratégia de controlar a maioria das fontes de petróleo e energia do Golfo Pérsico e da bacia do Cáspio na Ásia Central. Um bilderberger francês chegou a classificar essa como a pior derrota diplomática dos EUA em meio século.

O Iraque também foi destaque na agenda, com Richard Perle (ex-presidente do conselho de política de defesa do Pentágono) no comando do fórum de debates intitulado “E Agora?”, em clara referência a um Iraque pós-Zarqawi. Perle falou da necessidade de encontrar uma nova estratégia para o Iraque, agora que Zarqawi (suposto representante da Al Qaeda no país) está morto.

Um representante francês disse então que os EUA não tinham uma nova estratégia para o Iraque e que vender idéias usadas e falidas como algo novo era uma farsa e um insulto. O que é mais significativo, no entanto, é que outro bilderberger, quando fez uso de sua vez para falar, disse que “é muito mais fácil começar guerras do que terminá-las” e que o fim dos conflitos no Iraque dependia da resistência, e não do governo norte-americano.

Além disso, o clube está preocupado se o presidente venezuelano Hugo Chávez, vai usar o petróleo como arma para bloquear a expansão do Nafta na América Latina. Um representante americano expressou a “necessidade de levar em conta uma possibilidade real de a Venezuela lançar mão da manipulação de estoques e preços de petróleo para formar uma união econômica que incluiria Brasil, Cuba e México”. Seria um acréscimo à lista de obstáculos dos bilderbergers na América Latina, especificamente a recusa em aderir ao Nafta, o que arruinaria o permanente objetivo dos bilderbergers de expandir o bloco no Ocidente para transformá-lo em uma “União Americana”, a exemplo da União Européia.

Também foram designadas estratégias específicas para lidar com os anúncios de Chávez de que estabeleceria novas taxas às companhias que extraem petróleo de seu país. A rainha Beatrix da Holanda e companhias como Exxon Mobil Corp., Chevron Corp, Conoco-Phillips, Total, BP PLC e Norway’s Statoil ASA formam parte do Clube Bilderberg. Outra questão de real preocupação é a atitude desafiadora de Chávez, ao oferecer petróleo a preços baixos para localidades empobrecidas nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha. “Isso estabeleceria um precedente negativo”, disse um bilderberger americano.

O sr. fala russo, italiano, espanhol, inglês, tem amigos espiões e informantes de dentro do clube, segundo deixa entrever no livro. É neto de um oficial da KGB e seu pai foi um cientista submetido a torturas da polícia secreta soviética. Em “A Verdadeira História…”, o sr. comenta esses antecedentes e como eles podem estar na raiz de sua “obsessão” pelo Bilderberg. Como vive hoje, levando em conta que estaria desafiando há 13 anos o que seria a organização mais poderosa do mundo?

Estulin: Infelizmente, não tenho uma vida normal. Estou, 24 horas por dia, sob proteção de diversas equipes formadas por ex-agentes especiais da KGB. Como resultado das minhas investigações, perdi alguns amigos queridos, que decidiram ser mais prudentes e preferiram não ter nada a ver comigo do que arriscar serem mortos. Respeito suas atitudes, embora, como é compreensível, isso me entristeça enormemente. De modo geral, entretanto, a maioria das pessoas que amo e respeito mantém uma amizade muito estreita comigo, mesmo sob perspectivas tão assustadoras.

Meu avô foi coronel da KGB e acho que contraí o “vírus do espião” com ele. Sempre fui fascinado por mistérios e pela elucidação de crimes. Creio que o jornalismo investigativo da natureza que pratico seja uma combinação dos dois. A sensação de encontrar um tesouro escondido -seja literal ou metaforicamente- é algo que apenas aqueles que dedicam suas vidas a descobertas pode realmente entender.

Quando resolvo um mistério, seja o comércio de drogas internacional controlado pelo Bilderberg, que me levou quase uma década para desvendar, ou a história real por trás da crise Watergate, que retirou do poder um presidente eleito legitimamente, ou a verdade da tentativa de assassinato do papa João Paulo II, me sinto como imagino que Howard Carter deve ter se sentido em 1922, quando descobriu a tumba praticamente intacta do faraó egípcio Tutankamon. Isso ocasionou um renovado interesse público no Egito antigo. Com meu trabalho, espero conquistar a crença do público geral e ajudar a expor o mundo secreto conhecido como Clube Bilderberg.

Que precauções o sr. toma no dia-a-dia?

Estulin: Eu não trabalho sozinho. Nenhum mortal poderia ter acesso a tanta informação exclusiva sem a ajuda de forças extremamente poderosas, cuja identidade nunca poderei revelar. Sou simplesmente a face pública de uma organização secreta muito poderosa que trabalha contra os bilderbergers.

Tudo começou no início dos anos 90, quando os últimos vestígios do Império Soviético estavam desmoronando. Durante um jantar, um amigo, membro do aparelho de inteligência da KGB, me contou de uma organização secreta muito poderosa conhecida como “os Bilderbergers”. Por trás dessa sociedade está uma rede contemporânea de poderosos interesses comerciais e bancários no modelo oligárquico financeiro da Veneza medieval conhecido como “fondi”.

Companhias britânicas e holandesas, antecessoras do Clube dos 300 e dos bilderbergers, são exemplos desses bancos privados. O objetivo final é uma sociedade pós-industrial. Hoje, a real denominação a essas pessoas é “sinarquistas”. O “sinarquismo” é usado para definir um novo conceito de alianças políticas em uma irmandade internacional de financistas e industriais através da união de socialistas e anarquistas baseados em princípios fascistas.

De acordo com um informe altamente secreto de 18 páginas da inteligência militar francesa, datado de julho de 1941, um resumo de um dossiê de cem páginas sobre os grupos sinarquistas franceses, “o objetivo do movimento sinarquista é essencialmente derrotar todo país onde existam regimes parlamentares considerados insuficientemente dedicados aos interesses desses grupos e, portanto, difíceis demais de controlar devido ao número de pessoas requeridas para tal fim”.

Portanto, não é tão difícil entender que a intenção por trás de todo e qualquer encontro dos bilderbergers é criar uma “aristocracia de proposta” sinarquista entre a Europa e os EUA, e como chegar a um acordo em questões de política, economia e estratégia para, em conjunto, controlar o mundo. A Otan foi a base essencial de operações e subversão para eles porque habilitou-os a encenar seus planos de guerra perpétua ou, ao menos, sua política de chantagem nuclear.

O sr. trabalhou para grandes grupos como Walt Disney, General Electric, Bristol-Myers Squibb, Shell, Peugeot, Iberia e Telefonica. O fato de serem companhias com enorme poder econômico afetou o seu trabalho?

Estulin: Não exatamente. Há muitos anos atrás, antes de a loucura bilderberger me deixar financeiramente independente, auxiliei executivos de corporações internacionais a preparar apresentações de negócios e assessorei-os na arte de falar em público. Desnecessário dizer que esses dias acabaram.

O sr. também escreveu no livro que “a felicidade só é inteligível sob ameaças”. Essa foi a fórmula que lhe permitiu unir vida pessoal e seu principal propósito, que é destruir o Clube Bilderberg? Pode-se entender assim?

Estulin: Não estou tentando destruir nada. Os ideais dos bilderbergers podem ser facilmente detectados na história. Os romanos tentaram, em vão, criar sua própria versão de um governo mundial, o chamado Império Romano. Eles não tinham o conhecimento de hoje em como subjugar a população à sua vontade. O que os bilderbergers estão tentando fazer é criar uma Companhia Mundial em que todos, dos governos às pessoas, serão subservientes a eles.

É o que eles chamam de Governo do Mundo Único. Eu simplesmente não desejo viver sob essas condições opressivas, e meus livros lançaram a luz da verdade sobre os planos do Bilderberg. Mais do que qualquer coisa, entretanto, eu desejo que as pessoas adquiram pensamento crítico, algo que lamentavelmente está faltando nesta era de estupidificação da população.

O sr. lançou um segundo livro sobre atividades do Clube Bilderberg que estariam vinculadas a nomes máximos da indústria cultural -incluindo os Beatles, os Rolling Stones e a MTV- e ao tráfico de drogas. Os Beatles foram uma invenção dos bilderberger?

Estulin: Acho que seria mais preciso dizer que a idéia da música popular foi uma criação Bilderberg-Tavistock. Eles chamavam a isso “mudança de paradigma” da sociedade. Os Beatles, com seus rostos inocentes, inauguraram o rock moderno. No início dos anos 60, não eram mais do que uma banda de música.

O advento de uma rebelião juvenil espontânea contra o antigo sistema social, nos anos 60, assim como os Beatles, foi parte de uma enorme experiência de massas -engendrada governamentalmente e dirigida secretamente pela Divisão de Armas Psicológicas britânica)- sobre condicionamento cultural na sociedade contemporânea, que foi supervisionada pela CIA, pelo MI6 britânico e pelo Instituto Tavistock, utilizando drogas psicodélicas/psicotrópicas altamente poderosas para alteração da mente, bem como novas informações obtidas de estudos sobre comportamento humano, por meio do rádio e da televisão.

Em que o sr. está trabalhando agora?

Estulin: Em um livro sobre o Instituto Tavistock de Relações Humanas, o primeiro instituto de lavagem cerebral no mundo, responsável por modelar o declínio moral, espiritual, cultural, político e econômico do Ocidente. E também vou escrever um livro sobre a nobreza veneziana e o modo como controlaram a Inglaterra em 1588. A propósito, os novos venezianos são os atuais bilderbergers.

FONTES: http://blogvendetta.blogspot.com/2009/10/morte-de-paul-mcartney.html

http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://anos60.files.wordpress.com/2009/07/abbey-road-fusca-detalhe.jpg&imgrefurl=

http://flaviosiqueira.com/2008/08/25/o-clube-bilderberg/

Obs: As fontes são totalmente confiáveis.

7 Respostas to “A DESCONHECIDA MORTE DE PAUL MCCARTNEY”

  1. Amazing, I did not know about that up to the present. Thanx!

  2. Marcelo Alves Says:

    Eu pesquiso este assunto há anos justamente por
    duvidar da morte de Paul, porém com o tempo cheguei
    à conclusão de que houve realmente algo tenebroso
    em novembro de 66, quando não havia Internet etc.
    No You Tube, iamaphoney postou vários vídeos
    sobre o assunto. Contam que John envolveu-se
    com satanismo para o recém-formado quarteto
    chegar mais rápido ao sucesso. O resultado foi
    a “cobrança” que deu-se com a morte de Paul
    num acidente de carro.

  3. TESTEMUNHO DE UM EX-ROQUEIRO

    JESUS AMA VOCÊ !!!!

  4. Kátia Rocha Says:

    Se realmente isso for real,estivemos em um show do sócis do Paul macartney em Sampa,isso para ser confirmado nescessitária de diversas testemunhas,por exemplo sua ex-namorada,um dos Beatles.
    Espéro que seja somente um a jogada de Marketing.
    Obrigado pela informação

  5. Matilde Says:

    Não acho que isso seja verdade,mas os sinais são realmente tenebrosos. Paul,se voce morreu mesmo,saiba que eu te amo S2

  6. suely Says:

    Eu tenho uma revista datada de 1967 intitulada: Morte e Vida do Beatle Paul Mccartney. Nela são apresentadas provas muito convincentes da morte, inclsive as diferenças físicas entre os dois Pauls e o testes fonotécnicos feitos das vozes dos dois. Difícil é, depois de ler a revista, acreditar no contrário, ou seja, que o verdadeiro Paul não está morto.

  7. eu pesquisei e é só olhar a acarda dentaria, é a mesma antes depois ¬¬

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